segunda-feira, 14 de maio de 2012

Tenho cá um bom gosto!

Saiu hoje na conceituada Contemporist o Sushi Café da Avenida!
Que bom, é o meu restaurante favorito de sushi, daqui até Barcelona e voltar, em comida japonesa e no próprio espaço, e pelos vistos a Contemporist também gostou. 
Parabens ao Saraiva!
Gosto tanto quando vejo assim o nosso país...




Nem o Spielberg

Deve ser fácil ser político neste país! Os politicos, ou as pessoas que tutelam, cometem as maiores poucas vergonhas e atrocidades que até custam a crêr e nada - leia-se nenhuma instituição de direito e organismo competente, nem ninguém - leia-se a opinião pública e eleitorado lhes pede contas, lhes cobra nada!!
O que é esta pouca vergonha com as secretas do nosso país?!?! Gente com acesso a informação privilegiada a usá-la em proveito e benefício próprios?!?!
Já vi filmes com tramas e teorias da conspiração e fitas de espionagem, ao bom estilo de Hollywood, que perto deste 'filme' cheiram a leitinho, bem mais fracas que esta história assustadora de gente usurpadora, manipuladora e desavergonhada!!
Ó Sr. Primeiro-Ministro que tal acabar com essas secretas de uma vez por todas?!!? Assim como assim só os suspeitos e corruptos do costume é que iriam notar!!

Glorioso cangalheiro

Diz que já se pode ouvir o hino do Benfica em funerias!
O Benfica assinou um contracto com uma agência funerária e agora é bar aberto: cachecóis, emblemas, hino... pode usar-se de tudo o que for alusivo ao clube do Benfica, assim o morto o tenha desejado em vida, claro!! Com um pouco de sorte e bons contactos, até a águia se deixa mostrar...
São seis milhões, agência espertinha!!
Se a moda pega ainda a Hello Kitty começa a adornar funerais, as well!

domingo, 13 de maio de 2012

Cool day

Feira do Livro 2012.

1 - Consegui o livro a Confissão de Leoa, autografado pelo Mia Couto, tão amável;
2 - Pisei o pé a Passos Coelho, por malo por malo;
3 - Uma amiga disse que eu era maravilhosa, bolas! que bom ter amigos assim!

sábado, 12 de maio de 2012

Relações laborais

Gostava de dizer uma coisa e deixá-la bem clara: trabalhar não tem que ser mau; o trabalho não tem porque ser um castigo; trabalhar não é necessariamente um calvário!
Porque é que as pessoas se referem sempre a ele como se de um inferno se tratasse, porque é que falam sempre dele como a maior cruz  das suas vidas, da qual se querem ver livres e rápido??
A rotina quotidiana e o cumprimento de horários é desgastante, a mim que sou completamente avessa a rotinas, matam-me um pouco a cada dia, é certo que sim! Mas o acto de levar a cabo tarefas, desenvolver uma actividade não é em si mesmo desagradável, e o sentimento de dever cumprido, de realização, de uma meta atingida, de um obstáculo ultrapassado, de um feito glorioso... é fantástico! Porque é que as pessoas transformam o trabalho num castigo, num mal necessário, e se um dia se virem desprovidas dele, é uma tragédia incomensurável!?!? Não terá apenas e só a ver com a falta de independência financeira que o desemprego traz consigo, que também é dramático, mas não é só isso...
Ao mesmo tempo que o trabalho nos 'escraviza', também nos liberta, nos dignifica, nos dá uma dimensão de grandeza e nos orgulha!
O que não entendo é porque as relações laborais se tornam sempre tão complicadas, nos agastam tanto, nos infernizam tanto... o que devia ser bom e agradável e prazenteiro, porque afinal trabalhar não é mau, e porque passamos muitas horas a trabalhar, melhor que seja aprazível... transformamos em verdadeiros palcos de esgotamento emocional!!
Falei hoje ao telefone com uma senhora que me disse que trabalhava naquela mesma companhia havia já 42 anos, e a sua boa disposição, animo e boa onda contagiava até mesmo por telefone, notava-se a sua boa relação com os colegas... fiquei contente! Afinal ao fim de tantos anos a trabalhar exactamente no mesmo sítio, ainda há gente que consegue: a) manter uma boa e saudável relação com os colegas; b) ter uma incrível disposição e disponibilidade; c) não sentir a vida engolida por 42 anos de trabalho, mas antes estar orgulhosa deles!!
No trabalho, como em tudo na vida, o mais importante é cruzarmo-nos com pessoas de bem, de boa vontade, disponíveis, amáveis, delicadas, bem resolvidas, animadas, que acreditam, que não azedaram, que não se resignaram e aceitaram um vida má e amarga... isso faz realmente toda a diferença, no trabalho e como de resto em tudo!
Às vezes, muitas vezes, o que custa não é trabalhar, nem mesmo cumprir horários, ou ter rotinas entediantes, o que custa e muito são as relações que se criam e desenvolvem entre pares que trabalham lado a lado, every single day!!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Um trauma traumatizante!

Nas palavras de hoje do Ministro Victor Gaspar, o desemprego é de entre as experiências traumáticas que um ser humano pode experimentar, a mais traumatizante, passe a redundância. E que nem quando o desemprego passa a ser de longa duração, se consegue retomar a vida plenamente, em dignidade e realização pessoal!
Isto não são palavras minhas, nem de um qualquer orgão de comunicação, nem de qualquer outra entidade. São do Ministro das Fiananças - citando certamente alguma fonte cientifica que chegou a essa conclusão - que atira todos os dias tanta gente para o desemprego, ele e sua cara austeridade!!
O homem afinal sabe que está a fazer o pior dos males aos seus semelhantes, mal irremediável, e está-se bem?!?!?!
Bom também não deve ser fácil, estar ciente disso, ter essa consciência e seguir na senda da austeridade... francamente, nem sei que pense!! Ou é cruel, ou não tem MESMO outra alternativa, só pode, se não é um monstro!!
Traumatizado vai ficar ele, that's for sure!

Que revolta!

Não gosto de participar naquilo em que não concordo.
É uma especie de princípio deontológico que tenho.
Agora 'obrigam-me' a ajudar na transição da contabilidade da multinacional onde trabalho para a Polónia!! Pedem-me que colabore com tudo o que os polacos virem necessário, para que a passagem do testemunho corra bem e seja bem sucedida, e entretanto despedem mais colegas meus! Colegas que não passam de números, sem rosto, nem famílias, nem responsabilidades... sem vidas!
Onde é que vou arranjar animo para ajudar outros a elevar o número de desempregados no país?!
Mais uma vez fico indignada com a eficiência economica, não suporto isto!
Se isto não é revoltante, vou ali já venho!!!!