sexta-feira, 11 de maio de 2012

Miguel Portas, Fernando Lopes e Bernardo Sassetti

No espaço de 3 semanas, perdemos 3 figuras proeminentes da vida pública portuguesa.
Com estes desaparecimentos, a arte ficou mais pobre, a política também, o país nem se fala!
A última notícia foi muito trágica, que maré negra!



quarta-feira, 9 de maio de 2012

Servem pa quê mesmo?!?!

Uma pessoa quer trabalhar, fazer o melhor que pode e sabe, dar o seu melhor; aprender e aperfeiçoar-se. E é só o que quer: fazer o seu trabalhinho!
Mas tem de levar com chefes e directores que só servem para atrapalhar, a-t-r-a-p-a-l-h-a-r, literalmente! O que querem é mandar, ter as pessoas 'agarradas' pelo autoritarismo; ter 'poder', mas não orientar, desorientar; mandar, em vez de gerir pessoas e equipas.
Ó senhor dom chefe, vamos lá a ver se nos entendemos: o senhor/a não é ninguém mais que eu, é meu superior hierárquico, apenas e só, dá-me tarefas para levar a cabo, orientações e linhas de actuação, objectivos a cumprir. Ponto. Eu trabalho para o senhor dom chefe ter resultados, atingir objectivos e para ir para o estrangeiro a fazer um brilharete com gráficos, estatisticas e powerpoints bonitinhos e levar muitas palmadinhas nas costas e muitos congratulations congratulations. Ponto. Eu sou ciente do meu dever e responsabilidades, cumpridora e empenhada. Ponto.
Eu faço a minha parte, que é só esfolar-me e trabalhar e chegar a todas; e o senhor dom chefe faz a sua, que é deixar-me trabalhar; não atrapalhar; não se armar em chefão exigente e que mete medo; não se meter, ficar quieto, calado e mudo; quando não sabe pergunte, mas pergunte uma, máximo duas vezes, e se não entender à segunda desista, finja que entende, para não ser humilhado demais; e levar com os lambe-botas patéticos e adorar!!
Eu cumpro a minha parte, porque é que o senhor dom chefe não há-de cumprir a sua, é difícil?!?! Ora bolas, então se a sua parte é difícil que é 'armar-se em mau', que direi eu que sou quem tem de fazer o trabalho todo... sim porque fazer powerpoints e apresentações... vá, convenhamos...
O senhor dom chefe, se me permite e com o devido respeito, não se meta, fique lá quieto no seu canto, se não é para ajudar também não atrapalhe se faz o favor: não invente, não dificulte, não complique, não chateie... deixe trabalhar quem quer, quer e sabe, para ver se um dia chega a chefe e fica sentado a fazer grafiquinhos e bonecos também, enquanto outros trabalham a sério; e falar para as suas equipas como se de panos de limpar o chão se tratassem e a meter-lhes cagufa e a ser muuuuito engraxadinho!!
Ok? Eu agradeço.

E esta, hein?

Já sabem? O Nicolas Sarkosy vem para Portugal.
É verdade, parece que se vai matricular na Universidade Católica para estudar! Será filosofia?? i wonder i wonder.

Ó Nicolau olha traz ao menos a Carlinha, sempre anima o jet-set entediante e pretensioso deste país! Não?? Vamos digo yo.

Ó pa eles já a despedir-se, lá em Paris de France...

segunda-feira, 7 de maio de 2012

À minha Mãe (e Pai)

A minhã Mãe é uma força da natureza, mesmo não sabendo, ou não tivesse ela tido 6 filhos. Seis não é um número para todas, muitas há que com um filho parece que carregam o mundo às costas, a minha Mãe com seis, carregava isso mesmo - seis filhos!!!
Oiço muitas vezes as mulheres que se estreiam na maternidade, dizer que com a chegada do seu filho passaram a valorizar mais os pais, passaram a ser mais reconhecidas aos próprios progenitores. Não passei por isso, antes de nascer o meu filho, já nutria uma profunda admiração pelos meus Pais, já reconhecia o seu valor inestimável. Considero-me aliás abençoada pelos Pais que tive, abençoada e afortunada.
Tenho orgulho nos meus Pais pelo exemplo que me deram; pelo amor que sempre pretenderam instituir na família; pela união profunda que criaram entre os filhos, que espero nunca se venha a perder; pela simplicidade e tolerância que têm; pela profunda bondade que sempre lhes conheci; pela humildade...
Alguém me dizia há dias, depois de ter conhecido os meus Pais, que eram pessoas de uma educação e delicadeza superior, babei-me, literalmente!
Agradeço à minha Mãe a minha própria vida, agredeço-lhe nunca me ter batido, embora muitas vezes me tivesse prometido; agradeço-lhe ter rezado comigo na cabeceira da cama à noite; agradeço-lhe todas as vezes que me mandou estudar francês; agradeço-lhe as camisolas de lã quentinha que me fez para o Inverno, e tudo o que inventava para ela me fazer; agradeço-lhe a paciência que teve com a minha rebeldia; agradeço-lhe a liberdade que me deu sempre que tão responsável me fazia sentir; agradeço-lhe ter-me deixado fazer as minhas noitadas na borga, que sei o quanto lhe deve ter custado; agradeço-lhe que sempre tenha querido que tivesse formação superior e um trabalho e que lutasse pela minha emancipação e independência; agradeço-lhe as "papas de 'serrabulho'"; agradeço-lhe o colinho... Tudo isto fez de mim o que sou!
Espero um dia eu representar para o meu filho, tudo o que os meus Pais representam para mim.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Malas e bagagens... para a Ciudad Condal

Caramba até parece mal, uma cidade como Barcelona e o que se me ocorre dizer é que tem baratas!!! Paris tem ratazanas do tamanho de gatos e é Paris e será sempre Paris!! 
It's no big deal, faz parte... faz parte de viver amontoados em metrópoles imensas e com muitos anos de história, com passado e carradas de gente.
Por muitas baratas que vagueiem em Barcelona, o seu encanto continuará lá, (está bem L.); tal como as ratazanas não tiram encanto - nem querendo - a Paris!
A verdade é que vivemos em aglomerados enormes, densos e carregados, e o pior, adoraamos! E adoramos visitá-las!
E que maravilhosas nos parecem sempres as cidades quando estamos nelas de passagem, que magnífico tudo nos parece! Imaginamo-nos sempre a viver numa das artérias principais do centro, com vidas estimulantes, cheias e sem rotinas entediantes. De visita é tudo intensamente interessante, desde os locais, às pessoas, passando pela ambiência, a arquitectura...
E Barcelona não foge à regra: é bonita, viva, nobre, especial! Tem um je ne sais quoi cosmopolita muito interessante.
De cada vez que vou à Ciudad Condal tenho vontade de me mudar de malas e bagagens para lá, for good, acho sempre 'eu podia viver aqui!' E podia... e podia viver em Paris, e em... o mundo é tão grande, tão cheio de possibilidades, tão rico e interessante, porque raio temos de nos cingir no espaço, e não fruir do que o mundo tem de melhor e fluir... porquê?!?

Vou vender o conceito da ASAE

Estou em plena Carrer de Ferran em Barcelona numa gelataria a deleitar-me com um mega gelado. Vejo qualquer coisa a mexer no chão, junto ao meu pé e num reflexo rápido e violento, e antes de me aperceber do que era, coloco-lhe o pé em cima. Era uma barata gigantesca - vá, muito grande só!!!
Lá está, os catalães não têm ASAE, se tivessem, esto no pasaría, jamás!!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Não é para quem quer, é para quem pode.

Não entendo como a corrida desenfreada ontem ao Pingo Doce foi motivo de tanta zombaria, gozo e chacota!
Somos pobres, é triste! É triste, mas é verdade!!
E ter poucos recursos sempre fez o ser humano ter atitudes pouco dignificantes e nobres. Antes tivessemos muito dinheiro, antes pudessemos desprezar descontos de 50% - não eram 5%! - antes pudessemos comprar onde e ao preço que nos apetecesse.
Espero que quem tanto gozou e desprezou quem lá foi, não venha um dia precisar de andar a correr à procura de descontos, saldos e promoções.
Só alguns podem ter atitudes nobres, outros há que as têm menos porque o dinheiro não lhes chega para comer.
As atitudes nobres já não são para quem quer, são para quem pode!

E agora pergunto eu: e se a Louis Vuitton decidisse colocar tudo a 50% de desconto, numa maluqueira generosa?? Não aconteceria o mesmo??! Deixo a pergunta... A marca até que se podia lembrar desta, só para ver como seria a reacção dos endinheirados!! Ó L. Vuitton, bem podias pôr os olhos na Jeronimo Martins, podias aprender alguma coisa...