Ouvia hoje no trabalho duas mulheres de cor à conversa animadas e divertidas:
'Todo o dia a trabalhar, cheguei a casa tive de passar a ferro; fazer o jantar; obrigar os garotos a ir para a banheira, e depois a fazer os trabalhos da escola e depois a dar-lhes o jantar e a metê-los na cama. Quando o meu Américo chegou do café onde esteve umas boas horas a beber com os amigos depois de sair do trabalho, eu ainda estava a arrumar a cozinha. Ele jantou e eu fui pendurar a roupa da máquina, ele comeu e sentou-se no sofá. Quando acabei de pendurar a roupa ainda tive de arrumar outra vez a cozinha que ele deixou tudo desarrumado, e quando finalmente terminei e me fui sentar um pouco no sofá, antes de me deitar que já era tardíssimo, ele atira-se para cima de mim, ainda queria brincadeira!!'
E riam as duas com risinhos malandros e descarados.
'Oh Américo estou tão cansada! Sai pra lá...'
'Ah pobre amiga, tanto trabalho e o Américo vem pra cima de ti...!!' dizia a amiga e riam.
'Sai pra lá Américo... tu só queres estar sempre em cima de mim, vens do café e saltas pra cima de mim!' e mais risada!
A outra que ouvia a história para além de rir dizia que o dela, fazia exactamente o mesmo...
O que custa a vida às mulheres, e mais ainda a estas mulheres que fazem tarefas fisicamente exigentes, todo o dia a limpar de empresa em empresa. Quando chegam a casa têm toda outra empreitada para despachar, filhos para cuidar e maridos para aviar que nunca ouviram falar em direitos e deveres iguais para ambos os sexos e em partilha de tarefas! A vida destas mulheres é dura, mas nunca num só momento aquela conversa tinha contido um lamento, uma queixa. Narrava-se ali assim a história só pela graça que encerrava, pelo cómica que era, inclusivamente porque em dia nenhum vi aquelas mulheres de cor que andam por ali a limpar com má cara, com cara de zangadas ou deprimidas, o sorriso que trazem consigo é sempre mais ou menos o mesmo, tenham aviado os maridos na noite anterior depois de muito trabalhar, ou não!
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
E amanhã vou ter sono...
O cinema faz parte do meu adn, está no meu código genético, acho aliás que sou daquelas pessoas que anda a ver filmes a mais! E tenho uma relação sui generis com o cinema, não corro atrás das últimas estreias, vou vendo tudo, porque há tanto tanto para ver, não vou em blockbusters, e revejo as minhas fitas de eleição vezes sem conta... e gosto mesmo daquilo.
Sempre achei as pessoas envolvidas no processo de criar a arte que ficou com o sétimo lugar, absolutamente geniais! todas, desde argumentistas a realizadores, a directores de fotografia, actores...
Não sei se por isso, se por adorar ver gente receber prémios e ser reconhecida, adoro a noite da entrega dos Oscares! São vidas maiores, de criadores e artistas que nos deslumbram na plateia, a deixar-se render por um galardão, por um reconhecimento, pela glorificação. It's the dream of a lifetime, coming true... e que fantástico que isso é, alegra-me e emociona-me. Trata-se de fitas que foram e são tão importantes para nós que é como se fossemos nós a entregar esses prémios, verdade?
Sempre achei as pessoas envolvidas no processo de criar a arte que ficou com o sétimo lugar, absolutamente geniais! todas, desde argumentistas a realizadores, a directores de fotografia, actores...
Não sei se por isso, se por adorar ver gente receber prémios e ser reconhecida, adoro a noite da entrega dos Oscares! São vidas maiores, de criadores e artistas que nos deslumbram na plateia, a deixar-se render por um galardão, por um reconhecimento, pela glorificação. It's the dream of a lifetime, coming true... e que fantástico que isso é, alegra-me e emociona-me. Trata-se de fitas que foram e são tão importantes para nós que é como se fossemos nós a entregar esses prémios, verdade?
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Adenda ao Slow Living
Nesta temática do Fast/Slow Living parece-me particularmente interessante no que toca às crianças de hoje, e sua educação. Os meninos de tenra idade são metralhados com actividades e mais actividades, informação e mais informação onde pouco espaço fica para o sossego e a tranquilidade.
Estimular as crianças tudo bem, é essencial; mas criá-las como se de cavalos de corrida se tratassem, não me parece bem. Aos 3 anos têm de falar inglês; têm de andar na música; no Karaté; têm de conhecer as marcas todas dos automóveis; têm de saber escrever o nome; têm de ter social skills e andar em dezenas de actividades recreativas e lúdicas; têm de ter os brinquedos todos e mais algum, de ter jogos e aparelhos sofisticados; têm de ter actividades extra-curriculares que as vão tornar seres humanos mais felizes e capazes... Nã, não me parece bem, até os nomes mais sonantes do mundo em matéria de educação infantil são peremptórios em afirmar que se dê sossego e espaço às crianças, que se lhes dê espaço para brincar, meditar no que absorvem e aprender, que se os deixe estar sozinhos e até mesmo que não caiamos no erro de estar sempre sempre a falar com eles... deixemos as crianças ser crianças, tranquilas e felizes, sossegadas e infantis, não os manipulemos tanto, não os sufoquemos tanto, dar autonomia parece-me mais importante.
Vou criar o movimento Slow Living Kid.
Estimular as crianças tudo bem, é essencial; mas criá-las como se de cavalos de corrida se tratassem, não me parece bem. Aos 3 anos têm de falar inglês; têm de andar na música; no Karaté; têm de conhecer as marcas todas dos automóveis; têm de saber escrever o nome; têm de ter social skills e andar em dezenas de actividades recreativas e lúdicas; têm de ter os brinquedos todos e mais algum, de ter jogos e aparelhos sofisticados; têm de ter actividades extra-curriculares que as vão tornar seres humanos mais felizes e capazes... Nã, não me parece bem, até os nomes mais sonantes do mundo em matéria de educação infantil são peremptórios em afirmar que se dê sossego e espaço às crianças, que se lhes dê espaço para brincar, meditar no que absorvem e aprender, que se os deixe estar sozinhos e até mesmo que não caiamos no erro de estar sempre sempre a falar com eles... deixemos as crianças ser crianças, tranquilas e felizes, sossegadas e infantis, não os manipulemos tanto, não os sufoquemos tanto, dar autonomia parece-me mais importante.
Vou criar o movimento Slow Living Kid.
Meu querido blog!
Os blogs são espaços de liberdade de expressão por excelência.
Fantástico, a liberdade é o bem mais precioso que temos, sem dúvida.
Cada autor fala do que lhe apraz, do que lhe vai na alma, dos seus interesses, do seu quotidiano, partilha tudo o que lhe apetece, sem constrangimentos de maior. Optimo, é um espaço pessoal público. Quem não gosta, quem não partilha dos mesmos interesses ou lhe suscite interesse, não lê e ponto. Mas é um espaço onde os maiores atropelos vejo cometer. A falta de respeito é aqui levada até às últimas consequências, pois que ninguém tem rosto, nem nome, nem endereço e que corajosos que isso nos torna!
Fico impressionada com blogs que colocam posts tão profundos, tão magnânimes, tão criticos, tão denunciadores dos males da humanidade, mas se alguém ousar deixar lá um comentário a manifestar uma opinião contrária, ou a fazer uma critica que não seja de louvor do texto, ainda que o faça sem ofender, sem insultar e sem ser como ataque pessoal... pronto, lá se vai o verniz e lá vem a má educação e intolerância a ditar textos insultuosos, ofensivos e bem vergonhosos! Comentem, desde que comentem com lindas palavrinhas de aplauso e concordância absoluta em género e número!! Pluralismo sim, liberdade de expressão sim, desde que todos pensem como eu!
Este é um espaço de desabafo, de partilha, de catarse, de purga de males, de tudo e de nada, de futilidades e consideraçoes filosóficas, de humor e de ficção, de palermices e de guias para tudo... é um espaço de emoções. Mas sendo um espaço onde somos mais verdadeiros e genuínos chega a ser assustador a maneira como se colocam limites aos outros, quando pensamos que para nós próprios não há nenhum limite a respeitar, nem a liberdade, nem o desrespeito pelo outro!! Se este for um espaço verdadeiro e que espelha uma sociedade, e for sintomático... estamos feitos!!
Fantástico, a liberdade é o bem mais precioso que temos, sem dúvida.
Cada autor fala do que lhe apraz, do que lhe vai na alma, dos seus interesses, do seu quotidiano, partilha tudo o que lhe apetece, sem constrangimentos de maior. Optimo, é um espaço pessoal público. Quem não gosta, quem não partilha dos mesmos interesses ou lhe suscite interesse, não lê e ponto. Mas é um espaço onde os maiores atropelos vejo cometer. A falta de respeito é aqui levada até às últimas consequências, pois que ninguém tem rosto, nem nome, nem endereço e que corajosos que isso nos torna!
Fico impressionada com blogs que colocam posts tão profundos, tão magnânimes, tão criticos, tão denunciadores dos males da humanidade, mas se alguém ousar deixar lá um comentário a manifestar uma opinião contrária, ou a fazer uma critica que não seja de louvor do texto, ainda que o faça sem ofender, sem insultar e sem ser como ataque pessoal... pronto, lá se vai o verniz e lá vem a má educação e intolerância a ditar textos insultuosos, ofensivos e bem vergonhosos! Comentem, desde que comentem com lindas palavrinhas de aplauso e concordância absoluta em género e número!! Pluralismo sim, liberdade de expressão sim, desde que todos pensem como eu!
Este é um espaço de desabafo, de partilha, de catarse, de purga de males, de tudo e de nada, de futilidades e consideraçoes filosóficas, de humor e de ficção, de palermices e de guias para tudo... é um espaço de emoções. Mas sendo um espaço onde somos mais verdadeiros e genuínos chega a ser assustador a maneira como se colocam limites aos outros, quando pensamos que para nós próprios não há nenhum limite a respeitar, nem a liberdade, nem o desrespeito pelo outro!! Se este for um espaço verdadeiro e que espelha uma sociedade, e for sintomático... estamos feitos!!
Debates
Está de volta o debate sobre a adopção de crianças por casais homossexuais, e com ele um chorrilho de argumentos patéticos.
Estou moderamente a favor obviamente, mas entendo que haja um certo receio e uma certa reserva. O que não entendo é que o assunto tanta palermice inspire em defensores e detractores.
Parece-me que se se legalizaram as uniões entre casais do mesmo sexo, se tenham que levar até às últimas consequências, se tenha que assumir a responsabilidade de permitir essa escolha. O debate teria de surgir, sooner or later, pois que quem passou a poder casar, há-de passar a querer ser mãe ou pai, ou pelo menos a ter essa escolha.
O bem-estar da criança, a salvaguarda dos seus interesses, da sua educação e direitos é o que importa ter em linha de conta, mas isso é o que importa, ou devia importar, em todas as circunstâncias quer se trate de pais ou progenitores homo ou hetero. E são sobejamente conhecidas as atrocidades que se cometem nesta matéria por casais de sexos diferentes. Não creio que isso tenha a ver com género, mas com princípios, valores, discernimento... respeito a cima de tudo.
Tenho ouvido os receios de que crianças com dois pais ou duas mães serão constantemente submetidas a chacota e humilhação, pode ser... mas se pensássemos nisso ainda nem as mulheres vestiam saia... temos de pensar mais além e não sujeitar a evolução social a ficar refém de preconseitos e mesquinhez alheia! Isso seria desastroso, temos de lutar é precisamente por mentalidades assim e não nos submeter ao seu critério.
Existe ainda o argumento da tipificação e da imitação, as crianças irão fazer como viram fazer aos que os criaram, pode ser. Ora se por um lado isso pode ser verdade, por outro parece-me que a orientação sexual não é propriamente uma escolha, oh se fosse, quantos não se teriam poupado a sofrimentos e a rejeição absoluta, quantos não lutaram contra isso! pelo que estou certa de que este não seja um argumento válido.
O que importa mesmo aqui, é o mesmo que importa sempre, em tudo: a idoneidade de carácter, a grandeza de espirito, o respeito, a excelência do ser humano e não creio que esses valores fiquem comprometidos com a orientação sexual.
Estou moderamente a favor obviamente, mas entendo que haja um certo receio e uma certa reserva. O que não entendo é que o assunto tanta palermice inspire em defensores e detractores.
Parece-me que se se legalizaram as uniões entre casais do mesmo sexo, se tenham que levar até às últimas consequências, se tenha que assumir a responsabilidade de permitir essa escolha. O debate teria de surgir, sooner or later, pois que quem passou a poder casar, há-de passar a querer ser mãe ou pai, ou pelo menos a ter essa escolha.
O bem-estar da criança, a salvaguarda dos seus interesses, da sua educação e direitos é o que importa ter em linha de conta, mas isso é o que importa, ou devia importar, em todas as circunstâncias quer se trate de pais ou progenitores homo ou hetero. E são sobejamente conhecidas as atrocidades que se cometem nesta matéria por casais de sexos diferentes. Não creio que isso tenha a ver com género, mas com princípios, valores, discernimento... respeito a cima de tudo.
Tenho ouvido os receios de que crianças com dois pais ou duas mães serão constantemente submetidas a chacota e humilhação, pode ser... mas se pensássemos nisso ainda nem as mulheres vestiam saia... temos de pensar mais além e não sujeitar a evolução social a ficar refém de preconseitos e mesquinhez alheia! Isso seria desastroso, temos de lutar é precisamente por mentalidades assim e não nos submeter ao seu critério.
Existe ainda o argumento da tipificação e da imitação, as crianças irão fazer como viram fazer aos que os criaram, pode ser. Ora se por um lado isso pode ser verdade, por outro parece-me que a orientação sexual não é propriamente uma escolha, oh se fosse, quantos não se teriam poupado a sofrimentos e a rejeição absoluta, quantos não lutaram contra isso! pelo que estou certa de que este não seja um argumento válido.
O que importa mesmo aqui, é o mesmo que importa sempre, em tudo: a idoneidade de carácter, a grandeza de espirito, o respeito, a excelência do ser humano e não creio que esses valores fiquem comprometidos com a orientação sexual.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Slow Living
Parece ser que a humanidade está a descobrir o Slow Living, na senda do tão popular Slow Food. Tem graça, já na faculdade tinha um professor que louvava os 'lazeres de abandono' como ele chamava ao não fazer rigorosamente nada!
Há já muito que me rendi ao Slow Food, acho até que sempre fui adepta dele, mesmo sem saber, porque muito aprecio o conceito de comida saudável e bem confeccionada e muito aprecio o conceito de comer devagar e aproveitar ao máximo o acto em si.
Na realidade, faz todo o sentido: após o Fast Food vem o Slow Food, esgotadíssimo que ficou o primeiro; após o Fast Living terá necessariamente que vir o Slow Living, pelo frustrante que o primeiro pode ser, o ritmo alucinante a que levamos a vida, quer profissionalmente, quer na vida pessoal, quer na busca incessante de prazer terá necessariamente que abrandar e dar espaço a coisas simples.
Há já gente a dar workshops e conferências mundiais subordinadas ao tema Boring!! e a afluência é esmagadora. Também são já muito populares as férias em locais onde não existe rede de telemóvel e internet, quem sabe não estamos perante outras formas de lazer, prazer e entertenimento. A bem dizer a crise que o mundo experimenta hoje pode também estar a criar um certo abrandamento no consumo de mais e mais serviços/bens mais ou menos radicais e a dar mais valor ao simples.
Não sei, mas apreciar a vida com calma, gozar com o simples da vida, não ter de tirar prazer e partido apenas do que é muito elaborado e rebuscado e empolado, não viver na constante angustia de procurar novas formas de prazer... parece-me muito muito interessante. Ah e dar valor ao que é realmente importante, nem se fala.
Já o prof. Claudino empolgava tanto o prazer que tirava, e que era tão injustamente desvalorizado nas sociedades, dos seus 'lazeres de abandono' e sempre me ficou esse encanto pelo conceito, que ele qual visionário inventava.
E se isso pode parecer tão improdutivo, por um lado, veja-se o caso de Andy Warhol, um amante confesso da arte de nada fazer, e inspirou-se e criou obra. Há até a teoria científica de que é quando o nosso cérebro está em stand by que é mais criativo e surgem as ideias brilhantes... acredito nisso plenamente. Se não abrandarmos o ritmo como é que vamos ter tempo e espaço para ter ideias e para ouvir o que debita a nossa mente, o nosso espírito, o nosso coração?
Observar e contemplar e meditar pode ser das coisas mais inspiradoras e enriquecedoras, eu gosto.
Viva o Slow Living!
Há já muito que me rendi ao Slow Food, acho até que sempre fui adepta dele, mesmo sem saber, porque muito aprecio o conceito de comida saudável e bem confeccionada e muito aprecio o conceito de comer devagar e aproveitar ao máximo o acto em si.
Na realidade, faz todo o sentido: após o Fast Food vem o Slow Food, esgotadíssimo que ficou o primeiro; após o Fast Living terá necessariamente que vir o Slow Living, pelo frustrante que o primeiro pode ser, o ritmo alucinante a que levamos a vida, quer profissionalmente, quer na vida pessoal, quer na busca incessante de prazer terá necessariamente que abrandar e dar espaço a coisas simples.
Há já gente a dar workshops e conferências mundiais subordinadas ao tema Boring!! e a afluência é esmagadora. Também são já muito populares as férias em locais onde não existe rede de telemóvel e internet, quem sabe não estamos perante outras formas de lazer, prazer e entertenimento. A bem dizer a crise que o mundo experimenta hoje pode também estar a criar um certo abrandamento no consumo de mais e mais serviços/bens mais ou menos radicais e a dar mais valor ao simples.
Não sei, mas apreciar a vida com calma, gozar com o simples da vida, não ter de tirar prazer e partido apenas do que é muito elaborado e rebuscado e empolado, não viver na constante angustia de procurar novas formas de prazer... parece-me muito muito interessante. Ah e dar valor ao que é realmente importante, nem se fala.
Já o prof. Claudino empolgava tanto o prazer que tirava, e que era tão injustamente desvalorizado nas sociedades, dos seus 'lazeres de abandono' e sempre me ficou esse encanto pelo conceito, que ele qual visionário inventava.
E se isso pode parecer tão improdutivo, por um lado, veja-se o caso de Andy Warhol, um amante confesso da arte de nada fazer, e inspirou-se e criou obra. Há até a teoria científica de que é quando o nosso cérebro está em stand by que é mais criativo e surgem as ideias brilhantes... acredito nisso plenamente. Se não abrandarmos o ritmo como é que vamos ter tempo e espaço para ter ideias e para ouvir o que debita a nossa mente, o nosso espírito, o nosso coração?
Observar e contemplar e meditar pode ser das coisas mais inspiradoras e enriquecedoras, eu gosto.
Viva o Slow Living!
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Lástima
São 2:30H. Que pena ter de ir para a cama... de manhã, vou pensar: que pena ter de me levantar!
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